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Nós fizemos uma entrevista exclusiva com Magnus Åserud Skylstad, um dos produtores musicais de AURORA. Confira:

PABR: Em que momento você decidiu que queria trabalhar com música? É algo de que gostava desde criança?

Magnus: Eu comecei a tocar teclado e piano no jardim de infância. Eu nunca aprendi a ler as notas, então sou um autodidata. Mais tarde, quando tinha 16, eu acidentalmente comecei a tocar bateria. E foi aí que soube que queria fazer isso pelo resto da minha vida. Eu trabalho com produção musical há apenas 5 anos.

PABR: Quando a inspiração vem pra você? Você trabalha muito a música antes de considerá-la pronta? Você se considera perfeccionista?

Magnus: Inspiração vem em todo lugar e a qualquer tempo. Às vezes eu tenho que levantar da cama à noite para gravar algumas ideias. Sim, eu trabalho bastante com as músicas que sou sortudo por produzir. Têm tantos detalhes que precisam de atenção. Eu não acho que poderia jamais finalizar 100% uma produção. Eu sempre desejo ter só mais um dia ou mais uma semana, mas tem um ponto em que você tem que parar.

PABR: Quem são suas influências na música?

Magnus: Edvard Grieg e Michael Jackson. Edvard Grieg pode ser tão emotivo, Michael Jackson pode ser emotivo E me fazer querer dançar.

PABR: Como AURORA surgiu pra você? Você já havia trabalhado com outros artistas antes, certo?

Magnus: Meu empresário Geir Luedy (MADE Management) me perguntou se eu poderia fazer uma sessão com uma jovem. Nós reservamos o estúdio e gravamos 5 ou 6 de suas músicas apenas com os vocais e piano. Eu selecionei uma das músicas com a qual queria trabalhar. Essa música foi "Runaway". Ela (Aurora) me impressionou imediatamente.

PABR: AURORA disse em entrevista recente que um álbum nunca está “pronto” e que você sempre pode melhorá-lo e mudar algumas coisas, como têm sido isso? Vocês já discordaram de algo em uma música de como ela soaria melhor? Como vocês resolvem isso?

Magnus: Acho que poderíamos ter trabalhado nesse álbum por anos se ninguém nos parasse. Às vezes nós discordamos, mas no final Aurora dá a última palavra. Afinal, é a música dela que estamos gravando.

PABR: Você produziu uma das faixas mais conhecidas de AURORA, Runaway. Como foi o processo de criação?

Magnus: A música foi primeiramente gravada em versão demo para diferentes gravadoras. Ela tocou piano e cantou em nosso estúdio em Bergen e, então, eu fiz a maior parte da produção no meu estúdio que fica em casa. Depois, quando a música foi escolhida para o CD, nós fizemos uma nova gravação, mas mantivemos algumas das ideias usadas na versão demo. O. Martin (também produtor de Aurora), Aurora e eu tocamos todos os instrumentos nessa música e nós até mesmo cantamos!


PABR: Para o comercial de natal desse ano da John Lewis, vocês regravaram Half the World Away. Vocês ficaram felizes com a escolha da música?

Magnus: Eu estou muito feliz com o que nós conseguimos realizar. Eu sinto que é uma produção bastante aberta e a linda voz de Aurora tem o maior foco, assim como deve ser sempre.


PABR: Quando vocês estão indo para um show, de carro por exemplo, vocês costumam conversar e compartilhar a mesma música no alto falante do carro? Como é o pré show? Vocês tem algum ritual antes de subir no palco?

Magnus: Bem, quando nós vamos de carro, eu sou sempre o motorista. Selma (sintetizadora/cantora de apoio) gosta de comer, mascar chiclete, Alf (tecladista) geralmente assiste um filme ou alguma série em seu MacBook, O. Martin (guitarrista/cantor de apoio) fala bastante sobre comida e Aurora está sempre trabalhando ou dormindo. Antes de uma apresentação, nós tentamos relaxar, comer comidas boas e, antes de subirmos ao palco, nós cantamos uma música natalina norueguesa, mesmo quando é verão!

PABR: Qual música já produzida por você, você mais gosta e que as pessoas deveriam ouvir?

Magnus: Eu trabalhei com uma banda chamada THE WELL. Eles serão grandes em um futuro próximo. Eles têm uma voz muito forte e eu amo as músicas deles. Escutem “Separate Ways” no Spotify!


PABR: Pedimos a nossos leitores para que nos enviassem perguntas para que você respondesse e a pergunta escolhida foi a do leitor Mateus Nóbrega:

Mateus Nóbrega: Quais são as maiores dificuldades e maiores habilidades que você vê em AURORA em todo processo de criação musical?

Magnus: Eu sinto-me sortudo por ser uma das pessoas que a viram crescer diariamente desde o dia que ela gravou sua primeira demo conosco no estúdio. Ela aprende MUITO rápido e eu nunca conheci alguém tão jovem que tenha tanto controle sobre tudo e que tenha uma visão tão clara.

PABR: Antes de encerrarmos, você gostaria de falar um pouco sobre seus projetos ou mandar um recado ao Brasil? Fique à vontade.

Magnus: Algum dia nós tocaremos no Brasil e eu estou bastante ansioso para visitar vocês! Vejo vocês aí. Cuidem-se!

Visite o SoundCloud de Magnus e conheça mais de seu trabalhando clicando aqui.

A equipe Portal AURORA Brasil agradece a Magnus Skylstad por nos conceder essa entrevista, e também a todos da equipe PABR que colaboraram para que isso se tornasse real.

English

We've made an exclusive interview with Magnus Åserud Skylstad, one of the musical producers of AURORA. Check out:

PABR: When did you decided that you wanted to work with music? Is it something you’ve liked since you were a kid?

Magnus: I started to play keyboard and piano in kindergarden. I never learned how to read notes so I’m self taught. Later, when I was 16, I accidentally started to play drums. And that was when I knew I wanted to do this for the rest of my life. I’ve only worked with music production 5 years now.

PABR: When does inspiration come to you? Do you work a lot in a song before you consider it to be ready? Do you think you’re a perfectionist?

Magnus: Inspiration comes everywhere and at any time. Sometimes I have to get up of bed at night to record some ideas. Yes, I work a lot with the songs I’m lucky to produce. There are so many details that needs attention. I don’t think I can ever be 100% finished with a production. I always wish I had just one more day or one more week, but at some point you have to stop.

PABR: Who are your influences in music?

Magnus: Edvard Grieg and Michael Jackson. Edvard Grieg can be so emotional, Michael Jackson can be emotional AND make me want to dance.

PABR: How did AURORA came up in your life? You had already worked with other artists when she came up, hadn’t you?

Magnus: My manager Geir Luedy (MADE Management) asked me if I could do a session with a young girl. We booked the studio and recorded 5-6 of her songs only with vocal and piano. I picked one of the songs I wanted to work with. That song was ‘Runaway’. She impressed me right away.

PABR: AURORA said in a recent interview that an album is never ready and that you can always make it better by changing something, how has this been for you? Have you already disagreed about something that might or might not the song better? How did you resolv it?

Magnus: I guess we could have worked on this album for years if no one stopped us. Sometimes we disagree but at the end of the day Aurora makes the final call. It’s her music we are recording.

PABR: You’ve produced one of the most famous AURORA’S music, Runaway. How was the creation process?

Magnus: The song was first recorded as a demo for record companies. She played the piano and vocals in our studio in Bergen and then I did most of the production in my home studio. Later, when the song made it to the album, we did a new recording but kept some of the ideas from the demo. O.Martin (also Auroras producer), Aurora and I played all the instruments and on this song we even got to sing!



PABR: For the 2015 John Lewis’ Christmas ad, you’ve recorded Half the World Away. Were you happy with the music selection?

Magnus: I’m really happy with what we have accomplished. I feel it is a very open production and Aurora’s beautiful vocal is the main focus. As it should be always.


PABR: When you’re all going to a concert by car, for exemple, do you usually chat and share music through a car speaker? How’s the pre-concert? Do you have a ritual before going on stage?

Magnus: Well, when we go by car I’m always the driver. Selma (synth/backingvocals) likes to eat chewing gum, Alf (keyboards) usually watch a film or a series on his macbook, O.Martin (guitar/backingvocals) talks a lot about food and Aurora is always working or sleeping. Before concert we try to relax, eat good food and before we go on stage we sing a norwegian christmas song, even in the summertime!

PABR: Which music produced by you do you like the most and think that people should listen to?

Magnus: I work with a band called THE WELL. They are going to be huge some day soon. Really strong voice and I love their songs. Listen to "Separate Ways" on Spotify!



PABR: We asked our readers to send us questions for you and the chosen one was the one from Mateus Nóbrega.

Mateus Nóbrega: What are the difficulties and abilities you’ve seen in AURORA during the whole process of musical creation?

Magnus: I feel lucky to be one of the people who have seen her grow everyday from the day she recorded the first demo with us in the studio. She learns REALLY fast and I have never meet anyone so young who takes so much control and have a clear direction.

PABR: Before we end the interview, would you like to talk about any of your other projects or send a message to Brazil? Feel free.

Magnus: Someday we’ll play in Brazil and I’m really looking forward to visit you! See you there. Take care!

Visit Magnus' Sound Cloud and know more about his work clicking here.

The team Portal AURORA Brasil say thanks to Magnus Skylstad for granting us this interview, and also to all the staff who helped PABR for it to become real.
Entrevista traduzida que AURORA concedeu ao site da Interview Magazine, a entrevista foi publicada dia 28 de Maio de 2015 (14 dias após o lançamento do Running With The Wolves - EP). AURORA fala sobre expectativas para o novo álbum, infância, Katy Perry e muito mais. Confira a entrevista traduzida com exclusividade:

Desde que Aurora Aksnes começou a escrever canções na idade de nove [anos], a melancolia penetrou firmemente em sua música. Sua primeira composição, “I Had a Dream”, abordando como o mundo pode ser duro; quando ela tinha 11, o olhar de um homem bêbado dormindo nas ruas de sua pequena litorânea cidade de Oslo, Noruega, entristeceu-a ao ponto de sentir compelida a escrever sobre ele. “Eu entendo que as pessoas me achem um pouco estranha, mas eu não penso sobre isso tanto assim,” ela diz: “Eu era bem estranha quando criança, até mais do que sou agora.”

Mais cedo esse mês, Aurora (que abandonou seu sobrenome como artista) lançou seu EP de estreia, Running With the Wolves, uma coleção de quatro músicas que exibe sua forma de contar histórias cansada do mundo, decorado com elegantes melodias folk e cintilante instrumentação eletrônica. Antes do lançamento, em março, Katy Perry tuitou um link para o vídeo invernoso para a faixa principal do EP, “Runaway”, contando aos seus 60 milhões de seguidores que ela finalmente havia encontrado música nova que fez seu coração palpitar.

Pela maior parte de sua vida, Aurora foi muito tímida para compartilhar sua música com outros, mesmo sua família, e assim foi até o último dia de seu 10° ano em que ela se apresentou em público pela primeira vez. Pouco tempo depois, em dezembro de 2012, um amigo postou sua chocante faixa “Puppet” em um site norueguês para artistas não assinados. Embora chateada a princípio, isso levou a cantora-compositora até seu empresário atual. Desde então ela tem desenvolvido seu som no estúdio: produzindo com seus companheiros de banda O. Martin e Magnus Skylstad, enquanto também incorpora um pouco de natureza através de gravações no campo.

CHRIS TINKAM: Ambas as suas canções “Runaway” e “Awakening” expressam uma nostalgia para voltar para casa. Você estava tendo premonições do estilo de vida de turnê quando as escreveu?

AURORA: É esquisito—essas músicas se encaixam melhor na minha situação agora, porque estou viajando bastante, pelo menos uma vez na semana. “Runaway” meio que se encaixa na minha situação porque pode ser assustador estar em qualquer outro lugar por muito tempo. Eu sempre sinto que estou segura em casa, perto da minha família, e na floresta também.

TINKHAM: No Facebook, você recomenda que seus fãs compartilhem sua faixa “Running With the Wolves” com um animal de estimação. Você tem algum?

AURORA: Eu realmente quero um bichinho de estimação e eu realmente amo animais. Eu tenho um pássaro que não é meu, mas eu sinto que ele vive conosco, porque nós temos todas essas árvores fora de nossa casa. É como um corvo e ele pousa na árvore quase todo dia. Eu sinto que ele é parte da família, mas ele é livre.

TINKHAM: Ele tem um nome?

AURORA: Não. Um animal livre não tem um nome, eu acho. Mas eu nomeei minha mariposa morta. Eu coleciono insetos mortos, e ele é chamado de Nightcrawler. Eu acho que isso também é um filme, mas esse é o nome dele.

TINKHAM: Com sua primeira canção, “I Had a Dream”, como você adquiriu a ideia do mundo sendo um lugar triste sendo tão jovem?

AURORA: Eu sou bem sensível. Eu lembro, quando criança, se alguém na sala de aula estava triste ou com raiva, isso poderia ter um grande impacto em mim. Acho que eu assisti as notícias uma vez, com nove anos, e tive que escrever sobre isso.

TINKHAM: Quando foi a última vez que você chorou?

AURORA: Ontem. Foi só um choro por nenhuma razão particular. Eu acho que é bom para você e eu tento estar em contato com meus sentimentos e emoções tanto quanto posso e tento não deixá-los de lado, de outro jeito eu perderia a cabeça. [risos] Nunca se sabe o que aconteceria se eu explodisse.

TINKHAM: O que te deixa furiosa?

AURORA: Quando as pessoas são tratadas injustamente ou quando pessoas sofrem bullying. Eu não entendo porquê ou como podemos intimidar uns aos outros.

TINKHAM: Você gosta de passar tempo sozinha?

AURORA: Eu amo ficar sozinha, e quando criança também, especialmente se ao ar livre. Quando você está ao ar livre e tudo é montanhoso, é como se a natureza tivesse seu próprio som, e esse é um dos meus sons favoritos. Eu realmente amava ficar sentada silenciosamente lá fora, numa árvore ou arbusto, apenas para pensar.

TINKHAM: Qual é sua história com a música “Don’t Worry Be Happy”?

AURORA: [risos] Meu pai e minha mãe cantavam em um coral uns anos atrás como um hobby, e eles se divertiam muito com isso. Meu pai tinha os vocais principais nessa música e ele ensaiava isso bastante em casa. Eu o ajudava as vezes—fazia as harmonias e cantarolava. Então nós cantamos muito essa música juntos. É quase uma canção de família agora. Me deixa feliz quando a ouço.

TINKHAM: E quanto a música do Titanic, “My Heart Will Go On”

AURORA: Eu nunca era permitida a assistir quando era mais jovem, mas eu lembro de ver uma cena quando tinha três anos, Essa é uma das minhas primeiras memórias. Eu entrei na sala e minha família inteira estava sentada lá assistindo, e eu deveria estar na cama. Eu consegui pegar um vislumbre da cena em que eles estavam na borda do navio se segurando um no outro, com a música no fundo. Aquilo queimou em minha mente. Então eu comecei a ir mais ao gramado do meu vizinho; eles tem uma rocha no gramado que parecia com a parte da frente de um navio. Todo dia, eu ia àquela pedra, parava na borda e cantava essa música. [risos] Eu acho que eu me sentia bem bonita. Às vezes eu usava vários vestidos um em cima do outro. Isso me fazia parecer uma bola redonda.

TINKHAM: Você cresceu ouvindo Bob Dylan e Leonard Cohen. O que te fez procurar um som eletrônico?

AURORA: É como eu acho que devia soar. Eu realmente não pensei sobre o som das minhas músicas antes de começar a gravar coisas no estúdio. Então, [uma vez que estava no estúdio] eu quis descobrir todos esses novos sons e fazer as músicas soarem como na minha cabeça. Agora eu penso em formas diferentes, porque eu sei as possibilidades que você tem no estúdio. Então depois de estar no estúdio, eu percebi que é como eu quero que seja. Só pareceu certo.

TINKHAM: Onde você estava quando você descobriu que Katy Perry tinha tuitado sobre você?

AURORA: Eu estava na minha cama. [risos] Eu tinha acabado de acordar e foi estranho acordar para aquilo. Meu celular estava zumbindo muito. Tinha recebido várias notificações e mensagens e aí eu percebi que Katy Perry tinha escrito sobre um artista norueguês. Eu percebi depois que era eu, que eu era a artista norueguesa. Foi esquisito saber que ela sabe quem eu sou. Mas foi bem legal dela ter feito isso.


TINKHAM: Depois do show de Estocolmo você se desculpou no Facebook pelo silêncio entre as músicas. Como são suas brincadeiras no palco nesses dias?

AURORA: Estou me acostumando com a parte de cantar, mas não a parte de falar. É muito estranho ficar lá sendo você mesma e tendo que falar e entreter pessoas desse jeito. Eu sou bem ruim nisso. Eu fico bem estranha e boba. É estressante, mas estou trabalhando nisso.

TINKHAM: Você preferiria não dizer nada?

AURORA: Sim, eu preferiria isso. Ainda assim, eu não gosto de não dizer nada. Eu não gosto de ter uma parede entre mim e o público. Eu quero quebrar essa parede e me comunicar com as pessoas na sala, porque nós estamos juntos e estamos tendo um bom momento. Então eu tento falar com algumas pessoas individualmente. Isso faz ficar mais pessoal.

TINKHAM: Qual são suas esperanças pro seu disco de estreia?

AURORA: Eu acho que, seja o que aconteça, eu estou apenas feliz que escrevi essas canções e fiz um álbum. Isso é realmente grande para mim, e estou orgulhosa disso. Mas eu acho que isso pode ser de ajuda, que pessoas vão encontrar alguma terapia e alegria nisso.

Assista ao clipe de Running With The Wolves:

Confira a matéria na íntegra clicando AQUI.
Tradução por Jéssica Cardoso (Equipe PABR)
Na nova edição da revista Metro, a pequena entrevista com AURORA foi um dos destaques e a Norueguesa foi chamada de "próxima grande sensação", confira:





A ascendente estrela da música Aurora, 19 anos, da qual o novo single “Murder Song (5, 4, 3, 2, 1)” acaba de sair, fala sobre sua fã, Katy Perry, e sobre sua impressionante coleção de mariposas mortas. Ela se apresentará na Brixton Academy dia 25 de novembro. 



O quão pressionada você se sente ao ser rotulada como a “próxima grande sensação”?

É muito estranho ter pessoas dizendo coisas maravilhosas sobre mim. Eu não estou com medo de decepcionar ninguém, porque a pessoa mais importante que devo deixar orgulhosa sou eu mesma.



Deve ter sido um forte impacto quando você descobriu que Katy Perry era uma grande fã sua?

Claro! Eu não sou aficionada por celebridades - todos os fãs são incríveis - mas ela me deu uma grande força e eu estou muito agradecida por isso. Fez uma enorme diferença.



Você tem um lugar feliz para o qual você escapa?

Eu estou rodeada pela natureza na minha casa na Noruega e há um local mágico com muitas árvores se entrelaçando que eu tenho que caminhar sobre um pântano e escalar uma montanha para conseguir chegar.

Quais são os seus três itens mais preciosos?
Meu caderno de anotações, minhas mariposas - eu coleciono mariposas mortas, elas são muito bonitas - e talvez uma foto de alguma coisa.

Suas músicas têm uma qualidade etérea, de contos de fadas - você tem uma história favorita?
Eu realmente gosto daquela sobre o gigante que estava tão sozinho que transformou-se em pedra. É muito triste.
Assista ao clipe do single Murder Song:

Tradução: Mariana Dias (Equipe PABR) 
Ontem (21) foi disponibilizada uma nova entrevista de AURORA, dessa vez para o blog A Bit of Pop Music. confira:

A cantora-compositora norueguesa Aurora Aksnes escreve músicas e poemas desde que tinha 9 anos e foi a sua mãe quem a encorajou a ir aos palcos. Alguns anos depois, ela impressiona pessoas em toda a internet com os singles ‘Runway’ e ‘Running With The Wolves’. Seu álbum de estreia será lançado em março de 2016 e “A Bit of Pop Music” sentou-se com Aurora para conversar sobre sua história até agora.



Você sempre quis ser uma cantora, até quando era criança?

Na verdade, não, mas eu escrevo poemas e músicas desde que eu tinha 9 anos. Eu, na verdade, não sentia vontade de eu mesma cantá-las e eu nunca sonhei sobre estar em palcos. Eu pensei que se eu tivesse sorte, eu poderia escrever músicas para outros artistas, mas meu objetivo nunca vou tornar-me uma artista.

No final, o que a convenceu a dar uma chance a isso?
Eu fiz essa pequena apresentação na minha aula de música para a minha professora e ela disse que eu deveria gravar uma música, então eu gravei uma para a minha mãe e meu pai como um presente de Natal. Então meu amigo a colocou na internet sem me pedir permissão e as pessoas começaram a compartilhar e eu recebi vários comentários positivos. Logos depois, um agente entrou em contato comigo e, no começo, eu não acreditei muito. Então, minha mãe entrou no meu quarto e ela me disse que ela sentia diversas emoções enquanto me ouvia cantar e que isso a ajudava, como se ela estivesse fazendo uma terapia. Ela disse que seria egoísta da minha parte se eu guardasse isso apenas para mim e eu pensei que se eu podia ajudar pessoas a sentirem coisas, então eu deveria tentar fazer isso.

Você ainda está trabalhando em seu álbum de estreia? Como ele vai soar?
Está quase tudo pronto, mas ele teve de ser um pouco atrasado. Ele será lançado em março de 2016. Ele soa ainda mais como eu, já que é bastante emocional. É, na maioria das vezes, um pouco triste, mas há também alguns momentos de raiva e de felicidade. Eu diria que quase soa um pouco esquizofrênico, já que cada faixa é extremamente diferente da outra. Algumas foram escritas quando eu tinha 10 ou 11 anos e outras são mais recentes, então você ouvirá minha jornada completa até agora. Eu me aproximei de um som mais acústico e eu até coloquei amostras do som do vento, das árvores e da chuva, por exemplo.
As músicas sinistras que foram lançadas até agora foram escritas com base em experiências pessoais?
Eu, na maioria das vezes, escrevo sobre outras pessoas e as experiências delas. Eu sou muito sensitiva e eu penso muito. Se eu sei que algo ruim está acontecendo com um amigo ou com pessoas de outro país, eu não consigo parar de pensar sobre o sofrimento delas e isso me ajuda a escrever sobre essas coisas. É como se eu transformasse as emoções de outras pessoas nas minhas, mas elas não são minhas próprias experiências. Eu gosto de observar e tenho esperança de que isso faça com que os outros sintam-se compreendidos. Para mim, as histórias são as coisas mais importantes. Eu quero que minhas músicas tenham algum significado. Eu espero que façam as pessoas sentirem algo, porque nós estamos, muitas vezes, com medo de chorar. Todos sempre dizem que estão bem, mas você não está sempre bem. Música o ajuda a entrar em contato com as suas próprias emoções.

Qual é a idea por trás da música e do clipe ‘Running With The Wolves’?
Eu sou do interior e eu cresci ao ar livre, nas florestas. Na cidade, eu vi quantas pessoas estão constantemente olhando para os seus telefones. Nós, dificilmente, sabemos como o tempo está, porque nós não estamos prestando atenção ao mundo exterior. É um pouco triste que nós estamos tão conectados com o material e com coisas eletrônicas e eu penso que muitos de nós deveríamos ser mais apegados ao silêncio e a linda natureza que está ao nosso redor. Com ‘Running With The Wolves’ eu quis encorajar as pessoas a seguirem seus instintos, ao invés de se preocuparem com todas as coisas que elas precisam ou com o que outras pessoas pensam ao seu respeito. Apenas seja livre!

Você se sente responsável por ser um exemplo para as outras pessoas?
Sim, eu me sinto. Eu recebo mensagens de meninas que me falam que eu sou a sua heroína. Se há pessoas que querem ser como eu, então eu quero ser uma boa pessoa para elas, para que elas se tornem boas pessoas também. Eu espero afetá-las de uma maneira positiva e eu conscientemente penso sobre isso.

Pessoas geralmente comparam suas músicas à pequenos contos de fadas. Se alguém fosse escrever um sobre a sua vida, como você gostaria que ele terminasse?
Meu conto de fadas termina comigo sendo feliz e livre, ainda fazendo música na minha casa, vivendo completamente sozinha no topo de uma montanha, sem nenhum vizinho, bebendo chá enquanto eu pinto.
Matéria na íntegra (em inglês) aqui.
Tradução: Mariana Dias (Equipe PABR). 

No último dia 14 deste mês o site TMRW Magazine conversou com AURORA, que fez algumas revelações sobre seus futuros projetos, adiamento do lançamento de seu álbum e mais, leia a entrevista:

Nós falamos exclusivamente com AURORA.

Atualmente, a Escandinávia está exportando artistas de excepcional talento, um atrás do outro. A norueguesa de 19 anos Aurora não é exceção. Encontrada enquanto se apresentava na escola, a cantora de voz macia tem aperfeiçoado suas melancólicas músicas desde então.

Em Londres para várias reuniões antes do lançamento de seu primeiro álbum, o qual ela diz que pode ser lançado em Março, Aurora teve a chance de gravar uma sessão ao vivo nos estúdios BBC Maida Vale com Huw Stephens.
“Foi maravilhoso e todo mundo foi muito gentil. Foi incrível estar em um grande e adequado estúdio.”
E a música que ela escolheu? A icônica ‘Life on Mars’ do David Bowie;
“Ele é um ser humano incrível! Eu sou uma grande fã da música, mas nós fizemos uma versão bem diferente, mais quieta, bem mais o meu estilo.”
E esse estilo é obscuro e assombroso, influenciado pelo amor dela por fantasia e contar estórias. Escrevendo músicas desde os nove anos, Aurora parece em casa no estúdio, onde ela está, atualmente, aperfeiçoando seu álbum;
"Obviamente você nunca pode realmente 'acabar' um álbum, você sempre quer fazer mais, especialmente se você tem tempo. Então, agora, eu estou fazendo apenas pequeninas coisas, porque eu decidi todas as músicas e quase tudo está pronto, eu estou apenas sendo exigente, como sempre."
Tendo tocado em duas pequenas casas de show na Inglaterra antes, Aurora está atualmente se preparando para apresentar-se com a banda 'Of Monsters and Men' em novembro na notável Brixton Academy. Entretanto, tal palco é apropriado para as músicas sombrias e reflexivas dela, com 'Warrior' sendo sua música preferida de apresentar a uma platéia;
"Tem muita energia nisso e é bem difícil de cantar também o que deixa mais interessante porque eu nunca sei se vou atingir todas as notas!"
Aurora escreve e canta todas as musicas em inglês, em oposição à sua língua nativa, o norueguês, o que dá a ela um tom e uma ressonância emotiva os quais apenas acrescentam à sua personalidade de compositora, ela diz;
"É claro que é mais fácil escrever em norueguês, e ser mais criativo linguisticamente porque você pode escrever uma coisa de várias maneiras. Mas eu gosto muito do inglês, eu acho muito bonito, aconchegante e manso e também cria um pouco de distância entre mim e a música. É meio que gostar do seu outro eu quando você fala em outra língua."
Apesar das constantes viagens, Aurora é frequentemente acompanhada por suas duas irmãs mais velhas, Miranda e Viktoria. Miranda é maquiadora, e Viktoria é designer de roupas e a criadora dos trajes nos quais Aurora se apresenta.
“Eu gosto de ter roupas que eu posso pedir para minha irmã fazer, algo que se pareça com o oceano ou com uma nuvem e ela pode fazer algo legal e "fashionista". Eu sou muito sortuda por tê-las comigo, nós três somos melhores amigas.”
A paixão de Aurora por escrever canções é tão grande que, apesar de ter aperfeiçoado ao máximo seu primeiro álbum (nos padrões dela, pelo menos) ou ter confirmado a data de lançamento, ela já está se ‘coçando’ para voltar ao estúdio e começar a trabalhar em seu segundo álbum;
“Eu vou fazer isso o mais rápido que puder! Eu tenho algumas músicas que eu acho que eu quero colocar nele, eu tenho escrito muito este ano e eu mal posso esperar para começar. Eu amo estar no estúdio, é meu lugar preferido no mundo!”
Aurora se apresenta na Brixton Academy em 25 de novembro com a Of Monsters & Men. Você pode adquirir seu último EP aqui e mantenha-se atento pelo primeiro álbum dela que sai ano que vem pela Decca Records.

Aurora é primeira e principalmente uma compositora, uma ávida contadora de estórias que foi presenteada com ambos os talentos: escrever e apresentar suas estórias para um público cada vez mais crescente e engajado. Ambos o áudio e o visual que ela cria é cativante, e algo realmente marcante para alguém tão novo. Se as faixas que ela lançou até agora servirem de referência, seu primeiro álbum vai ser memorável e Aurora vai ser certamente alguém para se manter um olhar atento nesse ano que está por vir. 

Confira a entrevista (em inglês) aqui.
Tradução: Natan Nascimento (Portal Aurora Brasil).

Em uma entrevista não muito recente para o site “I-D”, AURORA resolveu criticar o mercado da música mainstream.

Segundo a cantora, há muito sexo na indústria musical e os artistas influentes nesse âmbito, não estão sabendo usar seus corpos de uma maneira inteligente. Ela também elogiou outras artistas do segmento, como Bjork e Kate Bush.

“Eu apenas acho que há muito sexo envolvido nisso. Claro que o corpo é lindo, mas eu apenas acho que as pessoas o representam de forma errada. Eles são fazem isso para si mesmos, mas sim para os outros, não é algo de se orgulhar de si. Então, acho que é uma vergonha. Mas eu amo a Kate Bush e Bjork, elas são maravilhosas.”

Créditos pela matéria: Portal Famosos Brasil.

As melhores surpresas são sempre as que são menos esperadas, e quando a norueguesa Aurora apareceu na mídia com o seu arrebatador single ‘Awakening’ há apenas alguns anos, ela provou ser a maior e melhor surpresa de todas.

Ouvintes foram conquistados desde o primeiro instante, enquanto a musicista nascida em Bergen lançava ‘Awakening’ para uma audiência que não suspeitava de nada, mas que foi rapidamente cativada. Reunindo ímpeto e aclamações, Aurora foi ainda mais longe para servir de inspiração com músicas como a épica ‘Running With The Wolves’ e a terna ‘Runaway’ que prende-se a cabeça, tudo enquanto encantava audiências com suas fortes e comoventes apresentações ao vivo.Aurora acabou de lançar sua nova música, e também mais um gostinho do que seu muito antecipado CD guarda em forma de uma mordaz e sombria música chamada ‘Murder Song (5, 4, 3, 2, 1)’. Então, para saber mais sobre sua música, sua capacidade artística e sobre ela própria, nós estamos muito felizes por Aurora se reunir conosco como a curadora da última Nordic Playlist! Conecte-se para uma seleção a dedo de seus artistas noruegueses favoritos do Norte clicando em ‘play’ logo acima, e continue lendo para ir mais a fundo no mundo mágico de Aurora (conferira a playlist no site oficial da entrevista)



Obrigada por se juntar a nós da Nordic Playlist, Aurora! Você pode nos contar sobre a sua vida recentemente?
Eu tenho viajado muito, e eu estive no estúdio tentando terminar o meu CD - e agora ele está finalizado… Quase! Quase… Eu estou muito ocupada comparado com o que eu estava costumada a estar… Mas tudo bem, eu estou tendo ótimos momentos! E a minha banda - eles são as melhores pessoas que eu já conheci. 



Como você está viajando tanto por aí, você tem maneiras de se manter feliz enquanto está na estrada?
Eu sempre fui muito boa em fazer todas essas pequenas coisas que me fazem feliz, às vezes eu levo pequenas velas - algo que eu não acho que eu possa fazer, mas eu faço - para os quartos dos hotéis para que eu possa acender algumas antes de eu dormir…E eu levo meus livros, para que eu possa ler, e eu levo meus livros em branco e eu tento escrever algumas músicas, mesmo que eu não tenha o meu piano comigo, claro. Mas eu pelo menos tento escrever algumas letras, o que me deixa muito feliz - isso o deixa muito orgulhoso quando você termina. 



Você acabou de mencionar que terminou de gravar seu CD, então você poder nos contar como foi estar no estúdio e sobre todo o processo de colocar tudo em seu devido lugar?
Eu realmente amo estar no estúdio, é a minha coisa favorita no mundo. Tem sido muito divertido - eu estive em Bergen, cidade onde nasci, foi lá que gravei quase tudo com o meu baixista, O Martir, e meu baterista, Magnus. Nós fizemos isso juntos, nós três, e foi realmente divertido. 



Você está animada para lançá-lo, ou um pouco nervosa?
Sim… Sim, isso também. Eu estou muito nervosa, na verdade, mas eu também estou tão animada, então tudo bem, porque eu mal posso esperar para lançar mais músicas que mostrem um pouquinho mais de quem eu sou musicalmente para as pessoas, é difícil mostrar isso através de singles - eu acho isso muito complicado. Então será legal lançar esse CD. 



Há algum artista norueguês em particular que você realmente admira ou que a influenciaram a se tornar uma música?
É estranho quando eu olho para o passado, eu penso principalmente em Bob Dylan e Cohen como meus heróis e influências, mas, claro, há outras além deles - eu sempre amei Ane Brun. Eu acho que ela é amável, e seu CD ‘A Temporary Dive’ foi uma grande parte da minha vida, eu precisei muito daquele CD e foi um bom conforto durante o meu “mergulho temporário”, se é que se pode chamar disso.E eu amo completamente esse tipo de banda de rock/viking de Bergen chamada Wardruna e eles são incríveis, é realmente sombrio e um pouco pesado e eles cantam letras antigas em um norueguês antigo, é muito legal… isso me faz lembrar dos Vikings, e eu acho, você sabe, nós somos Vikings, quase…!



Onde você os descobriu? 
Eu acho que fui em uma loja de CDs e vi essa arte de capa maravilhosa, e eu pensei ‘Eu gosto disso’ - e eu comprei e então eu o ouvi e era muito legal. Eles usam sons da natureza, como de galhos, de vento, da chuva, e eu gosto bastante disso - eu amo a natureza, e eu gosto bastante de músicas pesadas. 



Você pode nos falar sobre algumas das outras faixas que você escolheu para a sua Playlist Nórdica?
Eu escolhi ‘The Love You Have In You’ de Asbjørn - eu realmente amo essa música e eu encontrei com ele algumas vezes e ele é uma pessoa incrível, então é difícil não amá-lo! É uma música linda - ‘The Love You Have In You’ - e o vídeo, o qual todos deveria ver - é tão deslumbrante, tão humano, é muito bonito. Eu também amo, como já disse, Ane Brun, e eu escolhi uma música chamada ‘All We Want Is Love’ do mais novo CD dela. É muito, muito linda. É estranho, porque eu não gosto de muitas músicas românticas mas eu acho que ambas das músicas que mencionei são sobre amor. Então uma música que é um pouco diferente das outras duas - eu amo uma banda chamada Seigman da Noruega, e eles têm uma música chamada ‘Monumente’ que é um pouco dura e hipnotizante. Eu os vi ao vivo uma vez e foi incrível. 



Falando sobre shows ao vivo, o que você tenta levar para as suas performances ao vivo? 
Antes, meu único objetivo era não fazer xixi nas minhas calças - porque eu ficava tão nervosa de ter que subir no palco! Mas eu acho que recentemente, eu me apresentei muitas vezes, o que é legal, porque eu estou me acostumando a isso e eu comecei realmente a curtir. E também é a única maneira a qual eu consigo encontrar com os meus fãs pessoalmente, o que é muito legal - é uma maneira de se conectar com as pessoas.Mas agora, meu único objetivo é fazer as pessoas sentirem algo. Especialmente para mim, música é muito sobre ajudar-nos a sentir tudo o que precisamos sentir - todos esses sentimentos que nós tentamos afastar ou que nós esquecemos que estão lá, nós somos relembrados sobre eles quando ouvimos música… é uma coisa legal ser lembrado sobre esses sentimentos, e isso é o que quero com a minha música e com os meus shows ao vivo, que nós possamos sentir todas essas emoções. Assim como rir, e também dançar - sentir tudo - chorar e rir e dançar, essa seria a combinação perfeita, se isso fosse possível.


E, finalmente, o que você tem preparado para o futuro?
Eu viajarei um pouco mais, mas dia 11 de Dezembro eu paro e tenho um “feriado” até dia 1 de Janeiro, então eu vou me apresentar na Inglaterra em uma Igreja muito bonita. E, então, há algumas coisas a serem feitas - mesmo que o CD esteja pronto, há muitas coisas que ainda não estão prontas, então quando tudo estiver pronto e todos estiverem felizes, nós poderemos lançá-lo - eu acho que será em março do próximo ano. É só isso por agora. É um longo tempo, eu sinto, eu realmente quero lançá-lo agora, mas há algumas coisas que precisam ficar prontas antes.

Veja o vídeo da entrevista (Sem legenda):



TRADUÇÂO: Mariana Dias (Equipe PABR)


Confira uma pequena na entrevista que AURORA concedeu a 'Beat Magazine', essa "entrevista" na verdade se trata de uma folha com perguntas onde a própria AURORA respondeu á mão. São perguntas simples, mas que nos fazem notar a paixão que ela sente pela natureza.

Confira a entrevista:

Quem é você e o que você faz?
Eu sou AURORA e sou uma música. (uma contadora de histórias)



Se você tivesse um super poder qual seria ele e por quê?

Eu amaria ser capaz de voar e falar com animais. 



Qual música você não pode viver sem nesse momento?

Na verdade, minha vida não depende de uma música. Talvez Brain do Bob Dylan.



Qual tipo de roupa íntima você está usando?

Preta com o logo do Batman. Eu também tenho uma do Superman.



Descreva o seu estilo…

Alternativo-Gótico-Sonho-Pop. Seria adorável se encaixar nesse gênero.



O que consistiria o seu dia dos sonhos?

Descobrir que eu poderia voar.



Se você pudesse comer somente uma refeição por dia pelo resto de sua vida o que ela seria?

Pão com manteiga e água. Eu amo isto demais. 



Qual o seu manifesto?

Eu tenho vários! Mas o mais importante deve ser que todos possuem a noite para amar quem eles quiserem.



Gatos ou cachorros?

Gatos. Um preto.



O que você não pode viver sem?

Música, árvores e espaços abertos.



Conte-nos uma piada…

Um homem disléxico entra em um sutiã. {Em inglês sutiã é BRA e com as mesmas letras forma-se a palavra BAR, com escrita igual e mesmo significado tanto em inglês, quanto em português.}



Qual é o seu biscoito favorito?

Um biscoito com muito chocolate e nozes.



Faça um desenho para nós:



Clique aqui para ver a folha com as perguntas e respostas.
Tradução por: Equipe PABR (Mariana Dias)